“...Senhor, dai-me força para mudar o que pode ser mudado...
Resignação para aceitar o que não pode ser mudado...
E sabedoria para distinguir uma coisa da outra.”
São Francisco de Assis
Quem não já se irritou com casa bagunçada, papéis sem fim ou muita louça para lavar? O que te tira do eixo?
Agora, por um parágrafo, imaginem: turista de bermuda, cheiro de incenso, homens de turbante, calor, cheiro de folhas de árvores queimadas, corvos dando rasante, carros disparando buzinas, pedestres por todo lado, vacas atravessando a rua, odor de pescado, calor, templos hindus, gato de olho no peixe, mulheres de sare, lindas roupas bordadas, igreja católica, muito calor, gosto apimentado, ambulante insistente, bijuterias exuberantes, cabrito pastando...
E foi assim que foram apresentadas aos nossos olhos as primeiras imagens da Índia. Para muitos foi impossível não reparar no visual e logo deixar a mente julgar: como é que conseguem viver assim?
Pouco depois se ouvia dos colegas:
_ Puxa, mas os carros não se batem. Incrível como em meio à confusão, eles se entendem.
_ Ninguém xinga ninguém no trânsito.
_ Não precisa se preocupar, quase não há roubos aqui.
_ Olha aquela criança carente ali. Viu-nos no ônibus, e está sorrindo e acenando!
_ Namastê (meu Deus interior salda o Deus em você)!
Como os indianos conseguem serem assim tão amáveis, felizes, gentis em meio a tanta confusão?
O guia do Pathwork diz que o que destrói a paz de espírito, o que causa ansiedade e tensão é a falta de aceitação. A aceitação temporária das próprias limitações atuais, e consequentemente dos resultados imediatos, não significa resignação com relação à tragédia e ao sofrimento. Significa simplesmente passar por uma fase de menos expansão, conforto e contentamento, aceitando as próprias limitações e a responsabilidade por este estado presente, e vencendo, assim, o terror da situação.
Pode até ser muitas situações tentem provocar angústias, mas sempre há de existir a lembrança da aceitação!
Desejo a todos uma semana de paz e aceitação!
Bjs
Marcia Oliveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário